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sexta-feira, 26 de janeiro de 2024

A Importância da Nutrição na Saúde Mental


Já ouviu dizer que nós somos o que comemos? Pois é, não podia ser mais verdade! As nossas escolhas alimentares influenciam até a nossa saúde mental. Uma dieta equilibrada melhora o nosso estado de humor e é uma arma contra o stress, a ansiedade e a depressão. Pelo contrário, uma dieta rica em gordura e açúcares prejudica o nosso humor, a qualidade do sono e até aumenta a nossa sensação de cansaço! Curioso? Leia mais sobre a importância da nutrição na saúde mental!



A falta de vitamina B12, ácido fólico (B9) e ferro pode piorar depressão


As pessoas com falta de vitamina B12, ácido fólico e ferro têm mais sintomas depressivos. Está demonstrado que a ingestão de B12, ómega-3, ferro, magnésio, potássio, selénio, zinco, vitaminas do complexo B, vitamina A e vitamina C ajudam a combater a depressão. A maioria destes nutrientes estão presentes em vegetais e frutas, assim como nos frutos secos e nas sementes (chia, linhaça, girassol, abóbora). Por isso, uma alimentação rica em vegetais e uma alimentação vegetariana variada ajudam a prevenir a depressão. 



O excesso de açúcar aumenta os nossos níveis de stress


Tem uma vida agitada e stressada? Há alimentos que potenciam ainda mais essa sensação. Os alimentos com alto teor de açúcar faz com o que o nosso corpo liberte mais cortisol (que é hormona do stress!), o que provoca dores de cabeça, prejudica o nosso sistema imunitário e diminui a qualidade do sono. E, como se isto ainda não fosse suficiente, ao comer açúcar queremos sempre comer mais, porque é viciante! Tudo o que provoca uma oscilação de glicemia provoca uma oscilação do nosso humor. 

👉 Sabe que mais pode ajudar a controlar o nosso humor? O exercício físico, já que ajuda a libertar serotonina e a “descarregar” o stress.



Alguns alimentos deixam-nos mais irritados e com mudanças de humor


Além dos alimentos com açúcar, há vários alimentos que aumentam a nossa pressão arterial e que mexem como nosso humor. A cafeína, como todos sabemos, é um estimulante. O que talvez não saiba é que o álcool tem um efeito semelhante ao do açúcar, já que estimula o cortisol. Depois temos o caso dos alimentos salgados, que aumentam a pressão arterial, e dos hidratos de carbono processados (doces, bolos de supermercado, pão de supermercado). 


Há uma relação entre o nosso intestino e o humor


Talvez não saiba, mas há uma “autoestrada” entre o nosso cérebro e o intestino. É por isso que tem vontade de ir à casa de banho quando está nervoso! Mas o contrário também é verdade: se o intestino não está bem, o corpo não produz tanta serotonina (a hormona da felicidade) e o seu nível de ansiedade e stress aumentam. Por isso, cuidar da sua saúde intestinal também é cuidar do seu humor. E, claro, não podemos falar de saúde gastro-intestinal sem falar em nutrição. 


Então, surpreendido?


A nossa dieta influencia imenso o nosso humor e a manifestação de sintomas associados à depressão, à ansiedade e ao stress. Além disso, os picos de glicemia ao consumir alimentos ultra-processados e muito doces provocam alterações de humor que não conseguimos controlar. Portanto, ter uma glicemia mais estável ao longo do dia ajuda a controlar vários problemas mentais.


Por último, existe a questão da ligação entre o intestino e o cérebro. A saúde intestinal é essencial para absorver bem os nutrientes e para regular bem as nossas hormonas. Quando isso não acontece, reflecte-se na nossa saúde mental. Por isso, é recomendável ter uma dieta rica em prebióticos e probióticos, que populam os intestinos com bactérias saudáveis, com um consumo regrado de açúcar, gorduras saturadas e glúten.


Em suma, ter uma dieta equilibrada é a chave para uma vida saudável. E não se limita só a evitar a obesidade! A nossa alimentação influencia todos os sistemas do nosso corpo. Se gostava de ter um estilo de vida mais saudável, clique aqui para encontrar uma nutricionista em Lisboa, assim como o preço de nutricionista em Portugal. Invista na sua saúde!  


quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

Alimentação Consciente: escolhas nutricionais para uma vida melhor


Há quem diga que nós somos o que comemos. E é verdade! A nossa alimentação tem um impacto enorme na nossa saúde cardiovascular, no nosso sistema digestivo e no controlo da maioria das doenças crónicas. Por isso, mudar a sua alimentação é o primeiro passo para ter uma vida melhor. Se quer tem uma alimentação mais consciente, veja aqui algumas dicas básicas para melhorar a sua dieta e ter uma vida melhor!


  • Prefira alimentos sem embalagens.


A primeira coisa que deve tentar fazer para ter uma alimentação consciente é preferir alimentos que não vêm em embalagens. Compre fruta, legumes, arroz e massa a granel, leguminosas secas, ovos, carne e peixe. Evite as refeições pré-feitas, os alimentos em lata, os alimentos processados (como queijo, fiambre, salsichas, noodles instantâneos), as bebidas com açúcar e o álcool. Siga a regra: quanto menos embalagens, mais natural será a sua alimentação.


  • Compre produtos da época e locais.


Uma das melhores coisas que pode fazer para ter uma alimentação consciente é comprar fruta e legumes de época. Além disso, deve preferir alimentos de produtores locais (peixe, queijo, produtos frescos como fruta e legumes). Comprar produtos locais não só garante que a colheita é recente, como também é mais sustentável do ponto de vista alimentar. Veja aqui a importância de comprar produtos locais.


  • Conheça as opções para comer fora de casa.


O ideal é cozinhar em casa ou levar marmitas para comer. No entanto, nem sempre é possível preparar a sua comida. Portanto, convém conhecer as melhores opções para comer fora de casa. E não se deixe enganar pelo sushi e outras alternativas pretensamente “saudáveis”. Fale com um nutricionista para perceber o valor calórico de cada alimento e começar a fazer melhores escolhas. Encontre aqui um nutricionista em Lisboa ou um  nutricionista no Porto, conforme necessário.


  • Experimente novos sabores na cozinha.


Uma das coisas que contribuem para uma vida melhor é experimentar novos alimentos e sabores na sua cozinha. Há novos ingredientes que talvez nunca tenha experimentado e que são muito interessantes do ponto de vista nutricional, desde a aveia até à quinoa, passando pela spirulina e sementes de chia ou linhaça. Além disso, se quiser ter uma dieta mais plant-based, não só são fontes de proteína, ómega-3 e nutrientes, também vão adicionar outra textura aos pratos.


  • Perceba a importância dos temperos


Às vezes fugimos a certos alimentos porque temos a sensação que nos deixam inchados, mal-dispostos ou com gases. Pegando num exemplo desta época, é muito comum haver quem foge das castanhas assadas. No entanto, pode melhorar a digestibilidade das castanhas se as assar juntamente com erva doce e tomar uma infusão de gengibre depois de comer. Além disso, as castanhas cozidas podem ser mais fáceis de digerir. Portanto, antes de excluir um alimento, informe-se sobre a melhor forma de os preparar.



  • Se comer mais fibra, beba mais água


Se aumentar o seu consumo de fibra, também deve beber mais água. Se consumir mais fibra solúvel (como a que está presente na aveia, na cevada e na maçã), precisa de ter mais água no corpo para que se dissolva. Se consumir mais fibra insolúvel (como a que está presente nos alimentos integrais e nas leguminosas, por exemplo), tem de beber água para estimular o movimento dos intestinos e evitar ficar com prisão de ventre. Por isso, de qualquer forma, a regra de ouro é esta: se vai comer mais fibra, beba mais água.



  • Coma só quando tiver fome

Por fim, a regra principal da alimentação consciente: siga os sinais do seu corpo. Não coma só porque “é hora de jantar” ou “é o intervalo do lanche”. Se ainda não tem fome, não precisa de comer. A alimentação consciente está muito ligado ao “intuitive eating” (literalmente, alimentação intuitiva) e a respeitar a sua fome fisiológica, em vez de seguir horários para comer. Tem aqui um pequeno guia em Português sobre alimentação consciente e intuitiva.